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Chegar ao topo da carreira, para quem, como eu, a iniciou há 18 anos e aos 23 anos de idade, sempre com anos completos, deveria ser uma certeza dependente apenas de fatores físicos. Bastaria dizer “haja saúde” e, havendo-a, lá chegaria o dia!

Bastaria, mas não basta! Chegaria, mas não chegará!

Com a desconsideração do tempo de serviço prestado durante o congelamento das carreiras por via de uma argumentação alicerçada no ECD, este governo consegue uma dobradinha: poupa nos próximos orçamentos de estado e elimina um escalão da carreira de cerca de metade dos funcionários públicos deste país.

Diz o arguto político que nada foi eliminado! De facto não foi, apenas é matematicamente possível de ser atingido. É como se decidissem aumentar o ordenado mínimo para os 3000 euros, para os trabalhadores que completassem 113 anos de descontos…